Le chalet de tante Odette, soudé à la grille
À huit heures moins le quart, Jules a jeté les clés de la Clio sur le buffet de l'entrée, sans même prendre la peine de fermer la porte
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Les billets pour l’océan
# Les billets pour l'océan Trois ans qu'on se serrait la ceinture. Pas un restaurant, pas un week-end, le vieux lave-linge qu'on relançait en le frappant du plat
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Once años de silencio terminan en la sala de espera del Santa Mónica
# Martes, por la mañana: un cuerpo en la sala de espera Soy Marco González, tengo cincuenta y ocho años y trabajo como administrativo de turno en el
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O envelope da lavanderia Estrela, na Rua Girassol
Marisa tirou o vestido azul-marinho pela cabeça e o jogou em cima da cama, e foi aí que Reinaldo viu: por baixo, ela não usava nada. Nem a
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Três bebês, uma geladeira vazia e um telefonema que só precisou de uma ligada
Marina Kovalchuk não dormia mais de quatro horas seguidas fazia um ano e meio. Antes ela trabalhava como contadora numa seguradora no centro do Rio, usava salto e
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O combinado que virou dívida
# O combinado que virou dívida Eu sou o cara da carona. Foi assim que a Bianca começou a me chamar, sem querer ofender, só constatando um fato:
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Vinte anos eu fiquei zangada com minha mãe por causa de um prato para um sem-abrigo, e depois do enterro descobri quem ele era
Cresci numa casa alugada no bairro de São Benedito, em Uberaba. Piso de cimento queimado, janela com veneziana de madeira que emperrava no calor, e uma torneira da
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Cento e trinta reais por semana
Oitocentos gramas de ração por semana. Foi o que eu comecei a comprar depois que vi aquela gata magra no fundo do quintal. Eu moro sozinha numa casa
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Um bebê nasceu com uma marca estranha no braço — e ninguém na família queria falar sobre isso
Eu me chamo Rogério Bittencourt, tenho quarenta e um anos e trabalho como técnico em manutenção industrial numa fábrica de embalagens em Jundiaí. Conto essa história porque, por
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Die austauschbaren Vorurteile im Dialog: Satire ohne Drama
Die Werkstatt in der Bahnhofstraße roch nach Motoröl und kaltem Kaffee, als Elfriede Brandt mit dem Testament ihres verstorbenen Mannes in der Handtasche durch die Tür trat. Sie
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