Felicidade pura
# A sobra da dona Zenilda Minha sogra me chamou de roceira no meio do casamento, na frente de cento e quarenta convidados, e disse que eu não
Marisa tinha quarenta e três anos, trabalhava na farmácia da esquina em Vila Mariana havia doze e ficara noiva de Renato tinha dois anos – noiva, não casada,
Felicidade pura Cristiane trocou a fralda pela última vez às cinco da manhã e ficou olhando o relógio de parede da cozinha, aquele com o pêndulo que a
A oficina ficava na Rua das Palmeiras, em Campinas, e naquela quinta-feira de janeiro o calor entrava pela porta de enrolar como se tivesse pressa de derreter o
Todo santo dia, na minha caixa de e-mail tinha uma mensagem que já não devia mais chegar. Eu abria ela antes de checar o retorno do médico e
Eu conheci a Marlene numa terça-feira de manhã, no meio de uma reforma que eu estava fazendo no banheiro da casa da minha irmã. Minha irmã, a Regina,
Eu trabalho na Receita Federal de Belo Horizonte há vinte e três anos. Já vi de tudo nesse balcão: gente declarando herança que não existe, filho tentando tirar
Chovia tanto que a água entrava pelas frestas da porta de vidro, e eu contei cada tapa enquanto ele me dava. Foram quatro. O primeiro veio quando perguntei
**PARTE 1** Chovia como só chove no interior de Minas, quando o céu parece que decidiu se vingar de todo mundo de uma vez. Eu estava na varanda
Eu me chamo Rogério, tenho quarenta e sete anos e sou torneiro mecânico há mais de vinte e cinco. Trabalho numa oficina de usinagem em Caxias do Sul,
