Felicidade pura
Naquela manhã saí de casa às seis e quinze, porque o ônibus para Petrópolis passa uma vez por hora, e às seis e meia, no ponto, já tinha
Felicidade pura Segunda-feira, começo de fevereiro, e eu pisando pela primeira vez naquela sala da escola municipal de Serra Fria, um distrito a quarenta minutos de Caxias do
— Você fica na cozinha por enquanto, a gente te chama quando precisar — soltou Vanessa, irmã do meu marido, e jogou o casaco em cima da poltrona
Dona Regina tinha oitenta e um anos e uma regra que ninguém em Petrópolis ousava contestar: quem não telefonasse até as sete da noite, perdia o direito de
**A Nevasca em Campos do Jordão** O frio de julho descia da serra como uma faca. Pedro Almeida, quarenta e três anos, tocava um pequeno haras nos arredores
O portão automático da garagem rangeu quando o carro da minha tia parou na entrada da cozinha. Ela desceu, ajeitando o lenço de seda no pescoço, e ficou
Eram duas da tarde de uma terça-feira quando o Farinha resolveu morrer. Ele apareceu na sala com o rabo arrastando, os olhos meio fechados e aquela pose de
Luana Marques abriu o envelope pardo por puro reflexo, sem tirar os olhos da cafeteira que soltava fumaça na pia. Pensou que fosse mais uma cobrança da operadora
Meu filho Théo tinha oito anos quando o pediatra do Hospital das Clínicas, em São Paulo, disse uma palavra que eu não conseguia mais tirar da cabeça: leucemia.
Fernanda estava com a mala já na mão quando disse: — Sua mãe vem passar o mês aqui? Então eu vou pra casa da minha. Tudo começou três
