A geladeira que meu sogro comprou
Chamo Rogério, tenho quarenta e três anos e conserto motores de geladeira e freezer numa oficina perto da feira do Bairro São José, em Caruaru. Foi lá, entre
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O quintal que meu cunhado tentou tomar de mim
Eu sou Rogério, tenho quarenta e um anos, e durante seis anos toda vez que alguém da família postava foto da horta lá em casa, o crédito ia
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A herança que meu pai não sabia que eu tinha assinado
Faço 68 anos hoje, dia 24 de agosto, e resolvi assar meu próprio bolo. Fubá com goiabada, do jeito que minha mãe fazia, quando eu era menino em
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Neta que chega para curar
# Neta que chega para curar O ônibus ainda nem tinha parado direito e Dona Ivone já estava de pé no corredor, mala pequena na mão, ouvindo o
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Preciso de um texto de origem para trabalhar — a mensagem que você enviou não traz uma história (transcrição, roteiro ou narrativa) para eu reescrever, apenas uma frase solta com emojis.
Dona Marlene percebeu que algo estava errado quando o carteiro bateu duas vezes e não uma, do jeito que sempre fazia quando trazia carta registrada. Ela largou a
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Não recebi uma história de fato — apenas uma frase motivacional genérica sobre saúde, sem personagens, conflito, lugar ou reviravolta para eu reescrever. Não há “mola” dramática nenhuma para transformar em narrativa.
Dona Marlene guardou o envelope do INSS embaixo da toalha de plástico da mesa, como se escondê-lo pudesse adiar a conta. Aposentadoria de fome, aluguel atrasado, e o
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Preciso que você me passe o texto-fonte real (a transcrição/roteiro da história dramática) para eu poder reescrever. O que veio agora é só uma pergunta genérica de engajamento de rede social (“Você tem irmão ou irmã? Como é a relação de vocês?”) — não há nenhuma trama, conflito, personagens ou situação para eu transformar em história.
Dona Marlene guardava as contas do mês numa lata de biscoitos Aymoré, atrás do fogão. Foi lá que encontrou o bilhete da filha, dobrado em quatro, escondido sob
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Terezinha gasta 740 reais no enxoval de Cecília e recebe desprezo de comadre Vilma
Setecentos e quarenta reais. Foi esse o valor do enxoval da minha neta Cecília, comprado por mim, na Casas Bahia da Rua Marechal Deodoro, em Juiz de Fora,
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Chaves na Mão
Meu nome é Rogério, tenho quarenta e um anos, e durante nove anos fui casado com a Aline. A sogra dela, dona Neusa, sempre foi dona de uma
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A Herança do Sítio
Meu nome é Renato, tenho cinquenta e três anos e sou eletricista aqui em Itaguaí, no interior do Rio de Janeiro. Vou contar como eu vi as coisas
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