Felicidade pura
Larissa deixou a mala perto da porta e nem tirou o casaco. — Ou essa mulher vai embora agora, ou amanhã você chega no trabalho e explica pra
Meu nome é Eva Cardoso, tenho trinta e quatro anos e há nove anos comando uma empresa que exporta conservas brasileiras — geleias, picles, mel — para lojas
O meu pai tinha dezassete anos quando viu a minha mãe pela primeira vez. Foi numa feira de verão, numa vila perto de Viseu. Havia bancas de
Marisa contou as cédulas pela terceira vez em cima da mesa da cozinha, como se o número fosse mudar. Trezentos e vinte reais. O aluguel da quitanda vencia
Rosana Almeida contava dinheiro havia trinta e dois anos na agência da Caixa em Curitiba, e achava que já tinha visto todo tipo de gente entrar por aquela
Meu nome é André, tenho quarenta e um anos, e durante dois meses eu deixei minha mãe pensando que eu tinha sumido da vida dela. Não foi covardia,
Dona Marlene tinha sessenta e três anos e uma regra que repetia para as amigas do bloco: "Depois da Ilza morrer, meu marido fui eu mesma." Vinte e
Dona Vera Aparecida trabalha na estação rodoviária de Serra Bonita, no interior de Minas Gerais, há vinte e seis anos, e diz que o outono é a época
O anúncio tinha nove palavras e nenhuma foto de rosto: "Procuro companheira que saiba limpar peixe, cavar minhoca e tenha um barco a motor. Foto do barco é
Marta segurava a coleira vazia havia três dias. Não conseguia guardá-la. Toda vez que abria a gaveta do corredor para colocá-la junto com as outras coisas do Bidu,
